16/02/2020

Texto transversal








07/02/2020

Fotopoema









05/02/2020

Fotopoema









02/02/2020

Fotopoema









30/01/2020

Fotopoema









27/01/2020

Fotopoema









18/01/2020

Fotopoema











A roseira 'Madame A. Meilland' é das roseiras mais plantadas em todo o mundo! É um híbrido da ‘Rosa-Chá’ desenvolvido pelo horticultor francês Francis Meilland entre os anos 1935 e 1939, que assim a nomeou em honra de sua mãe Mme Antoine Meilland. Também é conhecida como ‘Peace Rose’ (Rosa da Paz), nome dado pelo seu próprio criador, em 1945, para comemorar o fim da Segunda Guerra Mundial. 
As flores dobradas e muito perfumadas, abrem-se voluptuosamente em forma de taça, deixando aparecer o centro creme-amarelo ouro, com os bordos das pétalas entre o rosado e o carmim, flores que vão desabrochando entre Abril e Outubro. Os tons das flores podem variar um pouco em função do tipo de solo, do sol e da idade da planta.

A American Rose Society, em 1945, ofereceu uma rosa destas, com uma mensagem de Paz, a cada uma das 49 delegações presentes na convenção inaugural da ONU, na cidade de S. Francisco.


O exemplar que possuo, desde meados dos anos 80, é uma roseira-trepadeira. As rosas não terão uma dimensão idêntica às dos exemplares arbustivos, cultivados em canteiros como flor de corte, mas a fragrância do seu perfume é magnífica.  


Fotopoema









17/01/2020

Fotopoema









15/01/2020

Fotopoema









14/01/2020

Fotopoema









12/01/2020

Fotopoema









09/01/2020

Fotopoema








Fotopoema











Albano Martins nasceu na aldeia do Telhado, concelho do Fundão, distrito de Castelo Branco. Licenciado em Filologia Clássica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi professor do Ensino Secundário de 1956 a 1976. Exerceu o cargo de Inspector-coordenador da Inspecção-Geral do Ensino. Tendo ingressado, em 1980, nos quadros da Inspecção-Geral de Ensino, passou, em 1993, à situação de aposentado. À data da sua morte, era professor na Universidade Fernando Pessoa, do Porto. Foi um dos fundadores da revista «Árvore» e colaborador da «Colóquio-Letras» e «Nova Renascença». Fez também algumas traduções como «O Essencial de Alceu» e «Cantos de Leopardi», «Cântico dos Cânticos», «Dez Poetas Gregos Arcaico», «O Aprendiz de Feiticeiro», «Dez Poetas Italianos Contemporâneos» e "Os Versos do Capitão".
Faleceu a 6 de Junho de 2018, em Mafamude, Vila Nova de Gaia, onde residia.
«ASSIM SÃO AS ALGAS» (Poesia 1950 – 2000, 446 páginas) foi uma edição da “Campo das Letras”, editora cuja insolvência foi declarada a 10 de Março de 2009, encontrando-se agora à venda na net, em vários locais, o seu vasto fundo editorial. Esta obra assim foi adquirida e a um preço mais barato do que o original. 



11/12/2019

Café com livros






A 32ª edição de "Café com Livros" decorreu no dia 26 de Outubro, pelas 15.15 h, no m|i|mo - museu da imagem em movimento, em Leiria.
O nosso convidado foi Luís Lobo Henriques, Fotógrafo e Professor, com quem estivemos à conversa e que teve a amabilidade de nos guiar pela sua exposição "A obra e as sombras" que desde o dia 21 de Setembro a 3 de Novembro esteve patente na Sala dos Arcos do m|i|mo.

 

 Antes da apresentação do convidado foi feito o  lançamento-surpresa  de uma caneca de esmalte personalizada com os lemas da nossa tertúlia, caneca que logo foi adquirida por muitos dos presentes e que continuará à disposição de todos os tertulianos, enquanto houver exemplares disponíveis. Cada um com a sua caneca  poderá degustar, em futuras tertúlias, o café com bolinhos, ou o chá, ajudando, assim, a dar um precioso  contributo para diminuir a nossa pegada ecológica, evitando os tradicionais copinhos de plástico.



Luís Lobo Henriques veio apresentar-nos o seu trabalho e falar das "Histórias por detrás das Imagens", porque cada imagem é feita de olhar, paciência, perspicácia, persistência. Cada imagem resulta de um jogo de resistência que imobiliza no papel um passado para sempre vivo, mas que só foi possível imortalizar através da fotografia.


 A invenção da fotografia no séc. XIX alterou a perspectiva que a humanidade tinha do mundo. Parecia um milagre conseguir reproduzir uma realidade retida no tempo através do agente imaterial da luz. Pela primeira vez era possível registar o passado sem ser através da escrita e da pintura. A imagem fotográfica deu origem a recordações coletivas e tornou possível o aparecimento de uma nova linguagem que facilitou uma nova forma de comunicação visual.


Já no início do século XX tomou-se consciência de que a fotografia alcançara autonomia e tinha definido uma estética própria.
Existiram altos e baixos no relacionamento entre a imagem fotográfica e a imagem pintada, no entanto a fotografia, enquanto arte, conseguiu evoluir de forma independente e paralela à história da pintura. Com o tempo eliminaram-se as fronteiras entre a fotografia e as artes criativas, a fotografia conquistou a aceitação do público e os grandes fotógrafos fizeram nome com as suas pequenas imagens a preto e branco; o surgimento de estilos diversos fez expandir as possibilidades criativas. A fotografia tornou-se parte da nossa cultura e, tal como os artistas, os fotógrafos também foram procurando novas ideias e formas de expressão.



Os fotógrafos têm a particularidade de, através da sua máquina, nos levarem à descoberta de novas viagens.
E foi isso que Luís Lobo Henriques nos permitiu: uma viagem pela sua exposição "A obra e as sombras" cujas imagens, a preto e branco, nos revelam tesouros da arquitectura mundial.



Há nesta exposição um jogo provocatório de luz e sombra que humaniza as silhuetas; um jogo geométrico de linhas e planos, onde os ângulos deixam de ser apenas o espaço entre duas linhas que se encontram, para se transformarem, aos nossos olhos, em perpectivas de beleza singulares.

  

O olhar do observador sobre "A obra e as sombras" facilmente conclui que o fotógrafo Luís Lobo Henriques tem um estilo muito sóbrio e factual, metódico e sem ser supérfluo. Capta a precisão.
Tal como o escritor abre a sua "história" e dirige o "leitor" para o centro da trama, o fotógrafo Luís Lobo Henriques dirige o observador, sem deixar espaço para que este se perca, desde as suas imagens até ao acontecimento central da fotografia. Assim, incisivo! Sem margem para que o belo passe ao lado do olhar.

 

Luís Lobo Henriques traz-nos o mundo através da sua lente e revela-se-nos um arquiteto de imagens, um pesistente predador de instantes, cujas fotografias são a expressão de um olhar sábio e paciente, mas em constante afinação e desafio... Nesta exposição ele trabalhou com perspetivas e enquadramentos audazes e jogou com as sombras e os reflexos de forma elegante e subtil, mas marcante. Nele é sempre latente a vontade de captar a essência.


A conversa decorreu animada e a visita também. Fomos completando a tarde ouvindo deliciosas histórias que sublinhavam os momentos e as condições em que as fotografias foram tiradas e que contribuíram para compreendermos melhor cada imagem, cada pormenor da fantástica exposição "A obra e as sombras".

Obrigada Luís, desejamos que continues a trazer-nos o mundo...

E, assim, em ambiente de boa disposição, terminou mais um "Café com livros". Voltaremos a encontrar-nos em Janeiro do próximo ano.

Até lá não recusem

                               um café quente

                                                       um livro fresco

                                                                                   uma ideia nova




Texto de Rosa Neves

Fotos de Augusto Mota e Joaquim Cordeiro Pereira

Edição de Augusto Mota


Obs.: As 3 fotos de Luís Lobo Henriques foram captadas em Luis Lobo Henriques Photography / Facebook