11/10/2005


Fotopoema 37. Augusto Mota. Posted by Picasa

7 comentários:

Anónimo disse...

Um barco parado nas águas rasas da imaginação.
Tudo silêncio, ou o complemento indirecto do olhar de um perante o poema de um outro.
Qual dos dois o mestre?
A escrita que se antecipa ou a fotografia que a veste?
Qual dos dois se compromete?
Ambos face a nós.

Anónimo disse...

A nudez da fotografia que enlaça um poema.
A cumplicidade de Augusto Mota que se multiplica e se transmuta em transformações múltiplas.
Eis a génese da Arte.

Anónimo disse...

Mergulho nestas águas e descrevo um arco feito de silêncio e luz.
Assim vou vogando pelas palavras do poema ao encontro de uma Musa inspiradora.
A quietude das águas apaixona-me e acalma-me.
Por isso, todos os dias tenho necessidade de ver o mar...

Anónimo disse...

um deslumbrante comentário que antevê o fotopoema do Augusto Mota. eis o seu ( do Augusto )agradecimento, Pedro Alascér!

Anónimo disse...

obrigada, PT. um abraço!

Anónimo disse...

melancolia, Teresa. eis o mal...

Anónimo disse...

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