os poetas - a sangue e lava - revelam surpresas selvagens
11/10/2005
Fotopoema 38. Augusto Mota
5 comentários:
Anónimo
disse...
O olhar esprai-se para além do poema. Fica, na nossa retina, a fotografia, antes dos nossos olhos mergulharem na leitura do poema. Então, tudo se justapõe numa profundidade infinda... Oh Deus meu, como sou minúsculo diante do MICROPOEMA.
Passo e repasso, dezenas de vezes, por este blog, e aqui fico parada, deslumbrada, assustada ( positivamente )com o que encontro. Foram quatro dias de afastamento, e, de volta, reencontro tudo diferente como se uma revoada de pássaros por aqui tivesse passado. Nada aqui é igual. Obrigada meus Amigos! Um beijo.
5 comentários:
O olhar esprai-se para além do poema.
Fica, na nossa retina, a fotografia, antes dos nossos olhos mergulharem na leitura do poema.
Então, tudo se justapõe numa profundidade infinda...
Oh Deus meu, como sou minúsculo diante do MICROPOEMA.
Passo e repasso, dezenas de vezes, por este blog, e aqui fico parada, deslumbrada, assustada ( positivamente )com o que encontro.
Foram quatro dias de afastamento, e, de volta, reencontro tudo diferente como se uma revoada de pássaros por aqui tivesse passado.
Nada aqui é igual.
Obrigada meus Amigos!
Um beijo.
somos, Paulo, somos!
bem vinda, Terezinha. e muito, muito obrigada pelas tuas palavras lidas sempre com o máximo apreço.
bem vinda, Terezinha. e muito, muito obrigada pelas tuas palavras lidas sempre com o máximo apreço.
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